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Crónica: Boavista esbarra na ineficácia e cede quarto empate seguido em Paços

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O Boavista somou o quarto empate seguido a uma bola na I Liga de futebol, ao repetir em Paços de Ferreira, em partida da 19.ª jornada, a ineficácia de exibições recentes e adiar o primeiro triunfo fora.

Crónica: Boavista esbarra na ineficácia e cede quarto empate seguido em Paços

No Estádio Capital do Móvel, Antunes marcou para os ‘castores’, aos 42 minutos, de grande penalidade, mas o curaçauense Kenji Gorré fixou o resultado final, aos 85, acentuando o estatuto das ‘panteras’ como ‘reis’ dos empates na prova, agora com 10.

O Boavista, que jogará na terça-feira uma inédita meia-final da Taça da Liga, frente ao Benfica, pontuou pela quinta ronda seguida na I Liga e segue no 10.º lugar, com os mesmos 19 pontos do Paços de Ferreira, 11.º colocado, que não ganha há três jogos.

Se Petit manteve o ‘onze’ inalterado, César Peixoto só integrou um guarda-redes na ficha de jogo, promovendo a estreia absoluta de Jeimes, face às ausências de Jordi, por lesão, bem como de André Ferreira e Igor Vekic, ambos ‘positivos’ ao coronavírus.

O brasileiro susteve um ‘tiro’ frontal de Sebastián Pérez, logo ao oitavo minuto, nascido a partir de uma receção imperfeita de Stephen Eustáquio, para, aos 14, ser driblado por Petar Musa, que serviu um ‘falhanço’ de Ntep com a baliza totalmente à sua mercê.

A pressão ‘axadrezada’ retirava espaço à criação do Paços de Ferreira, excetuando aos 26 minutos, quando Rodrigo Abascal recebeu cartão vermelho por derrubar Lucas Silva, que seguia isolado na direção da baliza de Rafael Bracali, numa decisão revertida pelo videoárbitro (VAR), por um fora-de-jogo do extremo aquando do passe de Nuno Santos.

O Boavista voltou a soltar-se à meia hora, num cabeceamento de Makouta, após livre lateral de Gustavo Sauer, que, na jogada imediatamente seguinte, atirou para uma nova defesa de Jeimes, desta feita com o pé, com Musa a rematar à barra na recarga.

Mais letais foram os anfitriões, que se adiantaram através de um penálti de Antunes, aos 42 minutos, depois de mais uma diagonal de Lucas Silva, que foi outra vez lançado em profundidade por Nuno Santos e acabou travado em falta por Hamache na área.

A segunda etapa abriu com menor fulgor ofensivo, resumindo-se a um ‘tiro’ às malhas laterais de João Pedro, aos 50 minutos, e outro de Makouta, aos 59, levando Petit, de regresso à ‘Capital do Móvel’, onde treinou em 2017/18, a arriscar na última meia hora.

Abdicando de um sistema com três defesas centrais para alargar a frente de ataque, as ‘panteras’ foram empurrando os ‘castores’ para trás e viram Petar Musa errar o alvo sem oposição, aos 71 minutos, após Jeimes falhar a interceção ao cruzamento de Hamache.

Bracali manteve o Boavista na discussão, ao impor-se perante Diaby, aos 75 minutos, contando, de seguida, com a ajuda da trave face ao cabeceamento de Maracás, numa fase em que os pupilos de César Peixoto já redobravam as cautelas defensivas.

Primeira cartada extraída pelos ‘axadrezados’ do banco de suplentes, Kenji Gorré puxou da inspiração para quebrar a resistência do Paços de Ferreira, aos 85 minutos, ao fletir para dentro e rematar em arco ao ângulo, reivindicando alguma justiça no marcador.

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