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Crónica: Boavista supera fogacho ‘maradoniano’ do Santa Clara e segue invicto

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O Boavista reverteu hoje em alturas decisivas um fogacho ‘maradoniano’ do Santa Clara, que acabou com nove futebolistas, para somar a segunda vitória em outros tantos encontros, por 2-1, e juntar-se ao Benfica na liderança da I Liga.

Crónica: Boavista supera fogacho ‘maradoniano’ do Santa Clara e segue invicto

No Estádio do Bessa, no Porto, os açorianos adiantaram-se aos 34 minutos com um golo do estreante brasileiro Rildo, que passou por três opositores, mas ficaram reduzidos a 10 unidades aos 51, por expulsão de Bruno Almeida, permitindo a reviravolta ‘axadrezada’, com tentos do gambiano Yusupha, aos 62, e do também novato Martim Tavares, aos 66.

Yuuspha ainda desperdiçou um penálti, aos 90, depois de ter sido travado em falta pelo uruguaio Cristian Tassano, que também foi sancionado com dois cartões amarelos, sem beliscar novo triunfo do Boavista, uma semana após o êxito ante o Portimonense (1-0).

Se as ‘panteras’ principiaram o campeonato com duas vitórias pela primeira vez desde 2004/05, que perfazem os mesmos seis pontos do Benfica no topo, o Santa Clara segue provisoriamente na 10.ª posição, com um, obtido no ‘nulo’ caseiro com o Casa Pia (0-0).

Ainda privado dos sete reforços contratados para 2022/23, devido a um impedimento de inscrição de novos atletas, Petit repetiu o primeiro ‘onze’ oficial da temporada e voltou a abastecer o banco de suplentes de juventude, com nove jogadores abaixo dos 24 anos.

Um ‘tiro’ ao lado de Luís Santos, aos 11 minutos, sobressaiu num arranque de encontro disputado longe das balizas, com Mário Silva a lançar Rildo e Bruno Almeida, reforços oficializados durante a semana, nos lugares de Gabriel Silva e do castigado Ricardinho.

O Boavista reiterou o dinamismo sobre a bola já depois da meia hora, quando Sebastián Pérez atirou de longe para defesa de Marco Pereira e Kenji Gorré, servido na direita por Yusupha, falhou o alvo em zona frontal, mas sofreu um inesperado revés logo a seguir.

Aos 34 minutos, Reggie Cannon vacilou numa ‘dividida’ com Rildo perto da linha divisória e abriu caminho à genialidade do médio brasileiro, que levou a bola pelo flanco esquerdo até à área, onde ‘rompeu’ entre o defesa norte-americano e Rodrigo Abascal e driblou à saída do ‘guardião’ Rafael Bracali para, já de ângulo reduzido, desbloquear o marcador.

O Santa Clara continuou agarrado à solidez defensiva na fase final da etapa inaugural e ao longo do reatamento, sobretudo a partir dos 51 minutos, face à expulsão de Bruno Almeida por acumulação de cartões amarelos, após derrubar em falta Sebastián Pérez.

A resiliência insular começaria, porém, a desmoronar-se aos 62 minutos, com Yusupha a antecipar-se à linha defensiva contrária para emendar com a coxa esquerda o centro do canhoto Yanis Hamache, que precedeu as primeiras substituições de Petit e Mário Silva.

Sem desfazer o habitual ‘3-4-3’, os anfitriões trouxeram do banco Martim Tavares, de 18 anos, que precisou de dois minutos para eternizar com golo a estreia a nível profissional pelo Boavista, ao desviar de cabeça um cruzamento tirado na direita por Pedro Malheiro.

Os açorianos adiantaram-se no relvado na tentativa de resgatarem pontos, ainda que os portuenses estivessem mais próximos de novos festejos aos 78 minutos, graças a um ‘disparo’ de Luís Santos defendido por Marco, seguido de um pontapé à barra de Gorré.

No período de compensação, Cristian Tassano foi expulso por travar na área Yusupha, que acertou no poste de penálti, aos 90+3 minutos, no ocaso do reencontro de amigos entre Petit e Mário Silva, ambos lançados como futebolistas e técnicos em pleno Bessa.

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