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"Vamos ter umas eleições marcadas pelo mediatismo dos candidatos. Corro um bocado por fora"

A corrida eleitoral no FC Porto está a ganhar cada vez mais destaque, à medida que as candidaturas de André Villas-Boas e Nuno Lobo se perfilam como concorrentes à recandidatura de Jorge Nuno Pinto da Costa.

"Vamos ter umas eleições marcadas pelo mediatismo dos candidatos. Corro um bocado por fora"
Nuno Lobo

"A única tentação é o FC Porto. Os sócios são apaixonados pelo FC Porto", observa Nuno Lobo.

Com visões distintas para o futuro do clube azul e branco, as eleições de abril prometem trazer dinamismo e debate sobre o rumo a seguir pelos Dragões, quer internamente, quer além fronteiras.

Nuno Lobo, candidato à liderança portista, tem sido muito crítico em relação ao tempo de antena dado pela comunicação social portuguesa às diferentes candidaturas e, em declarações recentes à Bola Branca, afirma que estas eleições serão "marcadas pelo mediatismo dos candidatos", sugerindo que a cobertura não tem sido equitativa entre os concorrentes.

Apesar das críticas, Nuno Lobo demonstra confiança na participação massiva dos sócios do FC Porto no dia das eleições, agendadas para 27 de abril.

Mesmo num fim de semana alargado, entre os feriados do 25 de abril e do 1.º de maio, Lobo assegura que os sócios dos dragões estarão presentes para votar no futuro do clube que amam.

"Corro um bocado por fora, mas cá continuo e acredito nos associados"

"A única tentação é o FC Porto. Os sócios são apaixonados pelo FC Porto e de certeza absoluta que, num momento tão importante na vida do clube, vão estar em massa no sábado, dia 27 de abril, para votar nestas eleições", começou por dizer o candidato à liderança do clube da Cidade Invicta.

"Não há fins de semana prolongados e ninguém tem de pensar nisso", apontou.

Quanto à data das eleições, Nuno Lobo recorda que expressou a sua preferência por realizá-las no fim do campeonato ao presidente Pinto da Costa e a André Villas-Boas, contudo não chegou a obter qualquer resposta de ambos.

"A minha preferência seria no fim do campeonato e expus isso ao presidente Pinto da Costa e ao André Villas-Boas, ninguém disse nada", revelou o sócio portista.

No entanto, a critica de Lobo incidia-se sobre o fato da sua candidatura não desfrutar do mesmo nível de mediatismo que os seus opositores, mas garante que não se deixa abalar por isso.

Enquanto Pinto da Costa acumula 42 anos à frente do FC Porto e André Villas-Boas é reconhecido pelo seu ano fantástico com uma equipa de sucesso, Lobo afirma que irá continuar a lutar pelos interesses do clube que tanto ama.

"É óbvio que esta candidatura não tem o mediatismo de um presidente que está à frente do FC Porto há 42 anos, nem de alguém que teve um ano fantástico com uma equipa fantástica", observou Lobo.

"É difícil. Vamos ter umas eleições marcadas pelo mediatismo dos candidatos. Corro um bocado por fora, mas cá continuo e acredito nos associados e no meu amor pelo FC Porto", rematou.

Com as eleições a dois meses de distância, o FC Porto enfrenta um momento crucial na sua história. As diferentes visões representadas por Pinto da Costa, Villas-Boas e Nuno Lobo refletem a diversidade de ideias e o desejo de um futuro próspero para o clube.

A participação ativa dos sócios será fundamental para determinar o próximo capítulo na história do FC Porto.

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