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Costinha: «Fico triste pela descida, porque o clube tem condições»

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Declarações de Costinha, treinador do Nacional, no final do encontro Nacional-FC Porto (0-4), da 33.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:
Costinha: «Fico triste pela descida, porque o clube tem condições»

"Era um jogo onde tínhamos um por cento de chances na nossa manutenção na I Liga. Sabíamos que íamos jogar contra uma equipa muito forte, que está a lutar pelo título nacional e que não podia perder pontos aqui.

Em termos estratégicos, a minha equipa cumpriu aquilo que foi planeado durante a semana. O problema foi que, na primeira oportunidade que tivemos de golo, clara, não o conseguimos fazer. Porque, se fizéssemos o golo no lance do Riascos, aos 11 minutos, seguramente que pela forma como estrategicamente montámos a equipa, o FC Porto poderia ter tido mais dificuldades.

O FC Porto podia ganhar, mas teria mais dificuldade, pois a linha atrás seria diferente, tentando reduzir os espaços. Mas, o que acabou por acontecer foi que, numa bola em que um jogador recebe de costas para a nossa baliza, é tocado, há um livre e o Alex Telles, que é um especialista, fez golo.

A seguir, numa bola que recuperámos a meio-campo, e estamos a sair para uma transição ofensiva, a bola em lugar de entrar num jogador do Nacional entra num do FC Porto e dá o 2-0.

A partir daí, tornou-se muito complicado, contra uma equipa madura e experiente, que não está a desistir da luta pelo título nacional e nós tivemos mais dificuldades.

O momento do jogo para mim, para a minha equipa, foi o lance aos 11 minutos, com o Riascos com a baliza completamente aberta e não conseguir fazer golo.

Por vezes, debatemos os lances em termos só defensivos, mas a estratégia defensiva não pode ser só os defesas. Não foram os defesas que falharam o passe a meio-campo, nem fizeram a falta que deu o golo. A equipa tem de ser responsabilizada como um todo, comigo à cabeça.

Em Chaves, tivemos a primeira oportunidade, que não fizemos, e depois sofremos dois golos. Aquilo que se passou neste jogo na primeira parte, depois do lance do Riascos, é consequência daquilo que foi a época, porque em termos mentais, não fomos suficientemente fortes para aguentar a pressão de ter de lutar pelos pontos.

No período onde estivemos mais fortes e conseguimos vitórias, que nos deram 19 pontos na primeira volta, duas jornadas depois, do ‘onze’ base que estava a jogar, cinco foram para a enfermaria.

Fico triste pela descida, porque o clube tem condições e desde o primeiro minuto deu tudo à equipa técnica. Não falhou com nada e é um clube cumpridor e são pessoas responsáveis. Agora, o balanço farei com o presidente Rui Alves e os responsáveis, e direi de minha justiça aquilo que falhou, para esta não ter sido uma época tão boa.

Mas, a minha equipa esta temporada ficou muito penalizada, após o jogo de Guimarães, na primeira jornada, onde depois de termos um ‘onze’ sólido, não o conseguimos manter por muito tempo, porque as lesões apareceram e as lesões traumáticas às vezes duram mais tempo daquilo que é esperado.

Ainda ninguém me comunicou o contrário, por isso acho que vou ao jogo com o Belenenses.

O balneário está triste, como estamos todos nós e os adeptos. Ninguém no seu perfeito juízo poderia pensar que era isto que nós desejávamos. Mas, infelizmente, tocou ao Nacional a descida".

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