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António Folha: «Foi a melhor despedida, porque o objetivo era ficar na I Liga»

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Declarações de António Folha, treinador do Portimonense, após a derrota frente ao Sporting de Braga (0-2), em jogo da 34.ª e última jornada da I Liga de futebol, disputado em Braga.
António Folha: «Foi a melhor despedida, porque o objetivo era ficar na I Liga»

"Foi [a melhor despedida], porque o objetivo era ficar na I Liga. Mas em relação ao jogo, mesmo com a classificação já definida, não fizemos um bom jogo. Os jogadores estão já com as viagens marcadas para as férias e o foco estava meio dividido, é natural e normal, mas não gosto disso.

Em termos coletivos e da nossa ideia de jogo, não fomos tão fortes, nem tão ofensivos como normalmente somos, estivemos mal posicionados a atacar, o que implica mal a defender também, mas foi tudo uma questão de foco e concentração.

Os jogadores estão de parabéns, fizemos uma boa época e isso levou ao segundo ano do Portimonense seguido na I Liga.

O clube está a crescer sustentadamente com estas pessoas, sabe o que tem de fazer e isso passa muito pela venda de jogadores para fazer, por exemplo, um centro de estágio para sustentar o clube na I Liga. Para o ano, se pudermos ficar um pouco mais acima, ótimo, mas há muita coisa para fazer.

O balanço é positivo quando se consegue o objetivo, aliado a isso boas vendas para o clube, houve crescimento e o treinador também sai valorizado quando isso acontece.

O Portimonense sempre jogou o futebol que o treinador gosta, a atacar e a correr riscos, sem medo de perder.

A chamada de Bruno Tabata à seleção olímpica do Brasil é um orgulho, lembro as saídas de Nakajima, Everton e Manafá quando a meio da época estávamos a dois pontos da Europa, foi um sentimento agridoce, porque podíamos chegar um pouco mais acima, mas tive que saber lidar com isso, não foi fácil para mim, mas desde a primeira hora sabia qual era este projeto".

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