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E-toupeira: SAD do Benfica reafirma «licitude dos seus atos e comportamentos»

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A SAD do Benfica reafirmou hoje a «licitude dos seus atos e comportamentos», depois de o Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) ter decidido não levar a julgamento a sociedade anónima dos «encarnados», no âmbito do processo ‘e-toupeira’.
E-toupeira: SAD do Benfica reafirma «licitude dos seus atos e comportamentos»

“A Benfica SAD reafirma, como sempre o fez, a licitude dos seus atos e comportamentos, e reitera perante os seus sócios, adeptos e simpatizantes o compromisso de serenidade, confiança e determinação na defesa do seu bom-nome e na descoberta da verdade”, indica o comunicado divulgado no site oficial do clube da Luz.

Na nota, assinada pelo conselho de administração da SAD e pelos três advogados que representaram o Benfica no decorrer do processo, os ‘encarnados’ vincam que “a decisão judicial de hoje é definitiva”.

“Recorda-se que desde a primeira hora – e em todas as investigações judiciais em que foi envolvida – a Benfica SAD e seus mandatários sempre manifestaram total confiança nas decisões da justiça e sempre colaboraram com as instituições na descoberta da verdade, respeitando essas instituições e não comentando materialmente as decisões judiciais”, refere a nota.

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) decidiu hoje não levar a julgamento a SAD do Benfica no âmbito do processo 'e-toupeira', mantendo a decisão instrutória da juíza Ana Peres, do Tribunal Central de Instrução Criminal.

Em 21 de dezembro do ano passado, a juíza Ana Peres, do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), não pronunciou (não levou a julgamento) a SAD do Benfica por nenhum dos 30 crimes pelos quais foi acusada pelo Ministério Público (MP), nem o funcionário judicial Júlio Loureiro, mas pronunciou o antigo assessor jurídico do Benfica Paulo Gonçalves e o funcionário judicial José Silva.

O MP interpôs recurso para o TRL, que foi distribuído ao juiz/relator Rui Teixeira, no qual o procurador Válter Alves defendia a pronúncia da SAD 'encarnada' por um crime de corrupção ativa, outro de oferta ou recebimento indevido de vantagem e 28 crimes de falsidade informática: os 30 crimes que constam da acusação por si proferida.

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