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Desportivo das Aves 1930 com estreia vitoriosa na distrital da AF Porto

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O refundado Desportivo das Aves 1930 estreou-se hoje da melhor forma na II Divisão distrital da Associação de Futebol do Porto, ao impor-se na receção ao Invicta (4-0), em encontro da terceira jornada da Série 1.
Desportivo das Aves 1930 com estreia vitoriosa na distrital da AF Porto

Três meses após o último jogo oficial na Vila das Aves, um autogolo e os tentos de Capela, Jojo e André Gouveia sobressaíram num cenário idêntico a 21 de julho, quando os nortenhos perderam com o Benfica (0-4), na 33.ª e penúltima jornada da última edição da I Liga, e contaram com o apoio de dezenas de adeptos nas imediações do estádio.

Sob orientação de Bruno Alves, oriundo da equipa feminina dos franceses do Avenir Béziers, o emblema do concelho de Santo Tirso juntou 19 atletas, incluindo dois ‘regressados’, o guarda-redes Marco Pinto, vencedor da Taça de Portugal em 2017/18, e o médio Pedro Grosso, que abandonou os relvados para completar o curso de medicina.

O Desportivo das Aves 1930 refundou no início de outubro as secções de futsal e de futebol e lançou um novo clube para competir esta temporada, tendo pedido o adiamento das duas jornadas inaugurais diante de Pasteleira e São Pedro de Fins, bem como da primeira eliminatória da Taça da AF Porto, a ser disputada no terreno do Campo Lírio.

A medida surgiu após a Câmara de Resolução de Disputas da FIFA ter impedido os nortenhos de inscreverem novos atletas desde 03 de agosto, pelas dívidas da SAD de quase 37,5 mil euros a três clubes estrangeiros, associadas aos direitos de formação de dois médios sul-americanos, ambos ligados aos quadros do Aves até 2019/20.

Além dessas ações, extensíveis durante uma época e meia, equivalente a três períodos de inscrição seguidos, há outros processos ainda em fase de instrução e uma decisão condenatória à espera da reabertura do mercado, em janeiro de 2021, para prolongar sanções incidentes sobre a SAD, mas que também estavam a afetar o clube.

Como a FIFA não faz distinção entre as duas personalidades jurídicas, a direção liderada por António Freitas sofreu com os efeitos das dívidas da SAD e anunciou, em 27 de setembro, a desistência da II Divisão de futsal, assente na inviabilidade de “um projeto consistente”, que voltou a ser recuperado com a criação de uma nova entidade.

Já o Desportivo das Aves SAD comunicou em setembro a saída do Campeonato de Portugal, do qual foi desqualificado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), após ter falhado o acordo com o Perafita para utilizar as instalações do clube de Matosinhos e a comparência ao estádio do Berço na primeira jornada do terceiro escalão nacional.

A administração do chinês Wei Zhao reprovou em julho os requisitos de licenciamento nas provas profissionais de 2020/21 junto da Liga de clubes e dispensou o recurso para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, após uma época assinalada por incumprimentos salariais, rescisões unilaterais e a descida no relvado à II Liga.

Sem competição no horizonte, a SAD tem sido acompanhada pelo administrador judicial provisório António Dias Seabra e beneficia de um Processo Especial de Revitalização (PER), cuja lista provisória reparte dívidas de 17,1 milhões de euros por 110 credores.

O clube apresentou no Tribunal da Comarca de Santo Tirso ações de destituição e despejo dos órgãos sociais da sociedade anónima, que controlava 90% do futebol profissional e pode estar a caminho da insolvência, enquanto prepara uma assembleia-geral extraordinária, dependente do aval das autoridades sanitárias.

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