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Tour: Froome é o alvo a abater numa corrida sem portugueses

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O britânico Chris Froome (Sky) parte no sábado como principal candidato ao triunfo final na 105.ª edição da Volta a França em bicicleta, que, pela primeira vez desde 2008, não terá portugueses.
Tour: Froome é o alvo a abater numa corrida sem portugueses

Rui Costa (UAE-Emirates), Nelson Oliveira (Movistar) e Tiago Machado (Katusha-Alpecin) eram os nomes portugueses com maior probabilidade de estarem no Tour, mas acabaram por ficar fora das respetivas equipas.

Ilibado do controlo antidoping anormal na Volta a Espanha em 2017, Froome aparece como o principal candidato a um quinto triunfo na prova, quarto consecutivo.

O britânico pode imitar um feito apenas conseguido por Eddy Merckx e somar o quarto triunfo consecutivo em grandes voltas. O belga venceu o Giro e o Tour de 1972 e a Vuelta e o Giro de 1973, enquanto Froome venceu o Tour e a Vuelta de 2017 e o Giro de 2018.

Para o ajudar, Froome terá uma superequipa, com o compatriota Geraint Thomas, recente vencedor do Critério do Dauphiné, à cabeça, mas ainda com o polaco Michal Kwiatkowski, vencedor da Volta ao Algarve, o holandês Wout Poels e o jovem colombiano Egan Bernal, entre outros.

Com três pódios nas últimas quatro edições, o colombiano Nairo Quintana surge sempre como um dos mais fortes candidatos a destronar Froome, numa Movistar que surge com três chefes de fila.

Resta saber como será a convivência, nunca testada em prova, entre Quintana e os espanhóis Alejandro Valverde e Mikel Landa, quarto no Tour de 2017 e que deixou a Sky em busca de um papel mais relevante.

Segundo em 2017, o colombiano Rigoberto Uran (Education First-Drapac) poderá entrar na luta por um lugar no pódio, assim como o britânico Adam Yates (Mitchelton-Scott), que foi segundo no Critério do Dauphiné, ou o holandês Tom Dumoulin (Sunweb), apenas batido por Froome no Giro.

Romain Bardet (AG2R La Mondiale), com dois pódios nas duas últimas edições, parte em vantagem na luta para ser o melhor francês, no qual poderá ter a companhia de Julian Alaphilippe, embora o ciclista da QuickStep-Floors não esteja tão vocacionado para provas tão longas.

O australiano Richie Porte (BMC), o russo Ilnur Zakarin (Katusha-Alpecin), o polaco Rafal Majka (Bora-hansgrohe), o italiano Vincenzo Nibali e os espanhóis Ion e Gorka Izagirre (Barhain-Merida) e o irlandês Daniel Martin (UAE-Emirates) surgem numa segunda linha de candidatos.

Depois de ter sido expulso na edição de 2017, o eslovaco Peter Sagan (Bora-hansgrohe) procura igualar o recorde do alemão Erik Zabel e conquistar pela sexta vez a competição por pontos.

Mesmo não sendo o mais forte dos 'sprinters', o campeão mundial é, sem dúvida, o mais regular e o mais capaz de se defender nas montanhas.

O início da prova será mais favorável aos 'sprinters', com várias etapas praticamente plana da primeira semana, antevendo-se uma 'guerra' entre várias gerações de velocistas.

Os mais antigos Mark Cavendish (Dimension Data) e André Greipel (Lotto Soudal) vão lutar contra uma geração intermédia, com nomes como Marcel Kittel (Katusha-Alpecin) e Alexander Kristoff (UAE-Emirates), e os mais novos Fernando Gaviria (Quik-Step Floors) Arnaud Démare (Groupama–FDJ) e Dylan Groenewegen (LottoNL-Jumbo).

A 105.ª edição da Volta a França em bicicleta disputa-se entre sábado e 29 de julho, num total de 3.351 quilómetros, entre Noirmoutier-en-l'Ile e Paris.

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