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Covid-19

Portugal é o 15.º país europeu a retomar o futebol no rescaldo da pandemia de covid-19

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A I Liga portuguesa tornou-se hoje no 15.º de 39 campeonatos de futebol europeus a ser reatado em plena pandemia de covid-19, numa tendência consensual a nível continental e com desfecho diferenciado entre os ‘Big Five’.
Portugal é o 15.º país europeu a retomar o futebol no rescaldo da pandemia de covid-19

No Portimão Estádio, Portimonense e Gil Vicente deram o ‘pontapé de saída’ do primeiro de 90 desafios das últimas 10 jornadas do principal escalão, que serão realizadas, sob fortes restrições e sem público nos estádios, até 26 de julho, após uma pausa de 87 dias, trazendo o FC Porto na liderança, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.

Os dois rivais ainda terão de disputar a final da Taça de Portugal, em data e local a designar, para culminar uma época atípica no desporto luso, em que as modalidades de pavilhão optaram pelo desfecho antecipado das competições, enquanto o Governo permitiu desportos individuais ao ar livre e excluiu a continuidade da II Liga de futebol.

Portugal reiniciou o futebol em simultâneo com a Albânia e dois dias antes de Bulgária, Croácia e Eslovénia, seguindo no encalço de Ilhas Faroé (09 de maio), Alemanha (dia 16), Estónia (19), Arménia, Hungria e República Checa (23), Dinamarca (28), Polónia e Sérvia (29), Israel, Lituânia, Montenegro e Ucrânia (30) e Áustria (02 de junho).

O arranque atrasado de época na Islândia (13 de junho), Noruega (dia 16) e Finlândia (01 de julho) será antecedido pela retoma prevista na Grécia (dia 06), Kosovo (07), Espanha (11), Turquia e Roménia (12), Eslováquia (13), Cazaquistão, Geórgia, Letónia, Macedónia do Norte e Suécia (14), Azerbaijão e Rússia (19) ou República da Irlanda (26).

Itália e Suíça recomeçam em 20 de junho e os transalpinos são o terceiro país das cinco Ligas europeias de topo a agendar os jogos da reta final de 2019/20, depois de alemães e espanhóis, enquanto os ingleses apontam a reabertura competitiva a partir de 17 de junho, numa data provisória a aguardar por ‘luz verde’ do governo e das autoridades sanitárias.

Já a próxima edição do campeonato francês deverá iniciar-se em 23 de agosto, depois da conclusão prematura desta temporada em 30 de abril, com campeões declarados, vagas europeias definidas e aplicação do tradicional regime de subidas e descidas, desfecho verificado mais tarde também na Bélgica (15 de maio), Escócia (dia 18) e Bósnia (01 de junho).

Os Países Baixos foram a primeira nação europeia a ‘apressar’ o fim das provas, em 24 de abril, mas sem títulos, promoções e despromoções, tal como Gibraltar (07 de maio), ao passo que as Ligas de Luxemburgo (28 de abril) e do Chipre (15 de maio) irão sofrer um alargamento transitório em 2020/21, em função da existência de clubes promovidos.

A bola volta a rolar num contexto excecional em quase todas as latitudes, com limitação de intervenientes, uso massivo de máscara e sucessivos testes de despistagem ao novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, que aportou consequências sem precedentes no desporto e adiou por um ano o Euro2020 e a Copa América de seleções.

Se na maioria das Ligas o silêncio das bancadas sai menorizado pelo eco dos jogadores, a presença condicionada de público nas bancadas é permitida em Ilhas Faroé (16 de maio), República Checa (dia 23), Hungria (28), Sérvia (01 de junho), Polónia (dia 19), Rússia (21) e Estónia (01 de julho), enquanto a Suécia (14 de junho) dispensa restrições.

O dia inaugural da retoma futebolística na Sérvia coincidiu com o tricampeonato do Estrela Vermelha, do avançado português Tomané, revelando o primeiro emblema europeu a conquistar o título no relvado no rescaldo da pandemia, no mesmo dia em que o Red Bull Salzburg goleou o Lustenau (5-0) para conquistar pela sétima vez a Taça da Áustria.

Excetuando a ‘resistência’ de Bielorrússia, Burundi, Nicarágua, Taiwan e Turquemenistão, quase todos os campeonatos à escala planetária pararam desde meados de março por causa do surto viral detetado em dezembro na China, onde o futebol continua sem retoma oficializada, à semelhança de Arábia Saudita, Brasil, Estados Unidos ou Japão.

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