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Crónica: FC Porto 'desaparece' na segunda parte e perde com City na estreia

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O FC Porto fez hoje uma primeira parte de grande nível no Etihad, mas ‘desapareceu’ na segunda e perdeu por 3-1 com o Manchester City, na estreia no Grupo C da Liga dos Campeões em futebol.
Crónica: FC Porto 'desaparece' na segunda parte e perde com City na estreia

Os ‘dragões’, sem vitórias e só com três empates nas anteriores 20 visitas a Inglaterra, estiveram a ganhar, com um grande golo do colombiano Luis Díaz, aos 14 minutos, mas, logo aos 20, os ingleses empataram, num penálti do argentino Agüero, cometido sem necessidade por Pepe, só que após ‘pisão’ de Gündogan a Marchesín.

A igualdade não afetou, porém, os ‘dragões’, que, no seu 400.º jogo nas taças europeias, continuaram muito bem até ao intervalo, para mudarem para muito pior na segunda parte, na qual, simplesmente, não existiram ofensivamente.

O alemão Gündogan, de livre direto, aos 65 minutos, depois de perda de bola e falta de Fábio Vieira, e o suplente espanhol Ferrán Torres, aos 73, 'selaram' o 3-1 do City, que, na parte final, poderia mesmo ter chegado à goleada, perante um FC Porto ‘descontrolado’.

Desta forma, os portistas continuam sem ganhar em Inglaterra e são últimos do Grupo C, tendo já pela frente, na próxima semana, um encontro importante, no Dragão, perante o Olympiacos, de Pedro Martins, que hoje bateu o Marselha, de André Villas-Boas, por 1-0.

O FC Porto entrou com três centrais (MbemBa, Pepe e o estreante Sarr), à frente de Marchesín, Corona e Zaidu nas laterais, Sérgio Oliveira e Uribe comO médios centrais e um trio na frente, com Fábio Vieira na direita, Luis Díaz na esquerda e Marega ao meio.

Perante um City em ‘4-3-3’, os portistas ‘cederam’ a bola ao adversário, mas, personalizados, mostraram-se sempre preparados para contra-atacar e adiantaram-se no marcador, aos 14 minutos, na primeira jogada perigosa do encontro.

Uribe intercetou, a meio-campo, um mau passe de Rúben Dias e lançou Luis Díaz, que, em grande velocidade, levou a bola da esquerda para a direita e, já na área, rematou cruzado de pé direito, fora do alcance de Ederson.

A vantagem dos portistas não durou, porém, muito tempo, já que, aos 17 minutos, Pepe carregou, escusadamente, Sterling na área, depois de uma arrancada de Gündogan, que, antes de atirar ao poste direito, pisou Marchesín. O árbitro e o VAR nada assinalaram e, aos 20, Agüero marcou o penálti, que o compatriota quase parou.

O empate não incomodou os ‘dragões’, que quase voltaram ao comando dois minutos volvidos, num erro de Ederson, a jogar com os pés, mal aproveitado por Uribe, que atirou para as ‘nuvens’.

Até ao intervalo, o City ‘encheu-se’ de cartões (Walker, Bernardo e Cancelo) e assustou num lance de Mahrez, aos 39 minutos, mas não tanto como o FC Porto, aos 43: Corona isolou Marega, Rúben Dias cortou para a própria baliza e Walker salvou.

O City entrou melhor para a segunda parte, com Gündogan a obrigar Marchesín a grande defesa, logo aos 49 minutos, e Rodri a cabecear muito por cima, após um livre, aos 58, três minutos após a entrada de Manafá para o lugar de Luis Díaz.

Perante um FC Porto, agora, incapaz de se chegar à área adversária, os ingleses acabaram por chegar ao segundo golo aos 65 minutos, num livre direto superiormente apontado por Gündogan, depois de perda de bola e falta de Fábio Vieira sobre o alemão.

Quase de imediato, aos 68 minutos, Guardiola trocou Gündogan e Agüero por Foden e Ferrán Torres, e os dois jogadores combinaram, aos 73, para o terceiro dos locais: o espanhol passou ao inglês, desmarcou-se, recebeu a bola, passou por Pepe e atirou, de pé direito, fora do alcance de Marchesín.

Conceição lançou, depois, Nakajima, Nanu, Taremi e o estreante Evanilson, mas o FC Porto continuou errático e quase sofreu o quarto, valendo Marchesín, perante Mahrez (82 minutos), e o poste direito, a travar um remate de Rodri (83).

Destaque ainda para um momento de descontrolo de Pepe, que foi para ‘cima’ de Sterling acusando-o de se atirar para o chão, quando parece que o carregou em falta, e arriscou a expulsão. Felizmente para o campeão luso, o jogo terminou pouco depois.

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