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Crónica: Autogolo de Denis trai maior pendor do Gil Vicente na casa do Moreirense

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Moreirense e Gil Vicente empataram hoje 1-1, num duelo minhoto da nona jornada da I Liga de futebol, em que o controlo das operações da equipa de Barcelos foi castigado com um autogolo do guarda-redes Denis.
Crónica: Autogolo de Denis trai maior pendor do Gil Vicente na casa do Moreirense

No regresso do treinador Ricardo Soares a Moreira de Cónegos, o golo do defesa Rúben Fernandes aos 61 minutos parecia encaminhar a segunda vitória seguida dos ‘galos’ no campeonato, mas a ação infeliz do guardião brasileiro restabeleceu a igualdade aos 80.

O Moreirense vinha de três derrotas consecutivas e somou o primeiro ponto sob alçada de César Peixoto, subindo ao 11.º lugar, com os mesmos nove pontos de Famalicão, 12.º, com menos um jogo, e Gil Vicente, 10.º, dois acima da zona de despromoção.

A partida abriu numa toada quezilenta, longe das balizas e sedenta de rasgo individual, sobressaindo um ligeiro ascendente anímico e territorial dos forasteiros, expressado apenas aos 12 minutos, num livre frontal de Samuel Lino travado por Mateus Pasinato.

A chuva abrandou depois do quarto de hora inicial e a formação de César Peixoto, com quatro mexidas face à derrota diante do Paços de Ferreira (1-0) e uma povoada linha defensiva, teve de baixar metros para compactar linhas e evitar bolas em profundidade.

Os pupilos de Ricardo Soares, com os mesmos titulares do triunfo sobre o Rio Ave (2-0), passaram mais tempo instalados no meio-campo adversário e tentaram dar amplitude às ações ofensivas, mas faltaram desequilíbrios que baralhassem as marcações ‘cónegas’.

Mais preocupado em suster a iniciativa do Gil Vicente, o Moreirense demorou a obter espaço para revelar objetividade em contra-ataque, somando dois remates de longe de André Luís (37 minutos) e Felipe Pires (44), ambos de fácil resolução para Denis.

No regresso dos balneários, os vimaranenses apostaram em Gonçalo Franco para melhorar a circulação com bola, embora a entrada de Antoine Léautey tenha ajudado a oferecer maior assertividade e soluções eficazes no último terço aos barcelenses.

Samuel Lino errou o pontapé à meia volta (56 minutos) e Joel Pereira testou Mateus Pasinato com um cruzamento apertado (60), conquistando o canto que veio desbloquear o marcador e premiar a maior consistência exibicional do conjunto de Ricardo Soares.

Rúben Fernandes apareceu solto de marcação na área e atirou para dentro da baliza, aproveitando um ressalto ao cabeamento inicial de Lucas Mineiro, servido na direita por Lourency, num lance que até foi anulado por fora de jogo e revertido pelo videoárbitro.

César Peixoto refrescou toda a linha ofensiva, sem alterar a estrutura tática, e sorriu de forma inesperada aos 81 minutos, quando Denis teve uma abordagem infeliz ao tentar afastar a soco o canto de Franco, mudou a trajetória do esférico e devolveu o empate.

Reanimado graças a um golo fortuito, o Moreirense experimentou um inédito atrevimento na reta final e acreditou na reviravolta, ainda que sem discernimento nem ocasiões para abrilhantar o reencontro do seu treinador com o clube que capitaneou enquanto jogador.

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