Jorge Costa: «Tivemos oportunidades para matar o jogo»

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Declarações de Jorge Costa após o jogo Farense-Vitória de Guimarães (1-1), da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.
Jorge Costa: «Tivemos oportunidades para matar o jogo»

"[Mais uma vitória a fugir no fim] O quase tem sido um bocadinho a história dos últimos jogos do Farense. E não falo só dos quatro últimos, em que temos uma vitória e três empates, acho que podemos puxar um pouco mais atrás, aos últimos 10 jogos.

Não me agarro à sorte ou ao azar, agarro-me à competência ou à falta dela, à eficácia ou à ineficácia. E hoje, mais uma vez, fomos ineficazes. Claro que, depois, há outros fatores, mas tivemos oportunidades para matar o jogo.

Entrámos mal no jogo, entrámos ansiosos e, no primeiro lance, o Vitória faz o golo. Normalmente, a experiência diz-me isto, quando uma equipa está na situação em que estamos e sofre um golo, a tendência é para o descalabro e um jogo mal conseguido. Mas nós tivemos a capacidade de reagir, de dar a volta ao resultado, o que é de salientar.

Depois, provavelmente pela ansiedade, não tivemos a competência de gerir o jogo de outra forma. E acabamos por empatar o jogo, um golpe duro nas nossas ambições. Mas, continuamos vivos, continuamos na luta, e enquanto houver esperança podem contar connosco.

Foi um duro golpe nas nossas pretensões. Por aquilo que fizemos e por aquilo que merecíamos. Mas, os últimos três jogos são três finais, temos nove pontos em disputa. Estes jogadores, esta equipa, este clube, esta cidade e esta região merecem que o Farense fique na I Liga. Temos dado o nosso melhor, não há nada a apontar aos jogadores em termos de dedicação.

A situação não está fácil, como é evidente. Mas também é verdade que este ponto, que foi curto, permite-nos estar a uma vitória de alcançar três equipas, em função dos resultados das que faltam jogar. Faltam nove pontos, três jogos difíceis (Dragão, Tondela e Santa Clara), são nove pontos pelos quais vamos lutar até à exaustão.

Esses pontos irão no final cair para o nosso lado, se não todos, os suficientes para, no próximo ano, estarmos entre os melhores”.

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