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Imbatível Gustavo Galil leva Leça ao triunfo sobre Arouca na Taça de Portugal

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Quatro defesas de Gustavo Galil na ‘lotaria’ dos penáltis permitiram hoje ao Leça, do Campeonato de Portugal, afastar o Arouca, da I Liga, na terceira eliminatória da Taça de Portugal de futebol, após 1-1 no prolongamento.

Imbatível Gustavo Galil leva Leça ao triunfo sobre Arouca na Taça de Portugal

No Estádio do Leça FC, em Leça da Palmeira, Nuno Barbosa adiantou os matosinhenses no marcador, aos 33 minutos, mas o costa-marfinense Eboué Kouassi repôs o empate, aos 89, que se manteve no tempo extra e levou a partida para o desempate por penáltis.

O guarda-redes brasileiro Gustavo Galil tornou-se ‘herói’ improvável, com quatro defesas em cinco remates, e ‘carimbou’ o triunfo, por 2-1, do Leça, terceiro classificado da Série C do quarto escalão, sobre o Arouca, segundo clube da I Liga a ‘cair’ nesta fase da prova ‘rainha, após o Marítimo ter perdido de forma idêntica no terreno do Varzim, da II Liga.

Apesar de o ‘guardião’ ter arrancando com uma defesa com o pé a um corte de Materazzi na direção da própria baliza, os visitantes foram sendo manietados nos duelos pela agressividade dos anfitriões, que festejaram pouco depois da meia hora, quando Miguel Lopes escapou na esquerda e serviu a conclusão ao segundo poste de Nuno Barbosa.

Armando Evangelista recorreu ao banco para inverter a letargia do Arouca, que surgiu com arrojo na etapa complementar e, mesmo sedento de criatividade no último terço, silenciou a festa que se adivinhava em Leça da Palmeira aos 89 minutos, com Eboué Kouassi a responder de cabeça ao cruzamento tirado na esquerda por Tiago Araújo.

Num relvado ressentido pela chuva intensa, o encontro seguiu para prolongamento e Gustavo Galil negou a reviravolta, com defesas a remates seguidos de Oday Dabbagh e André Silva, antes de Victor Braga se impor na área oposta aos pés de Diogo Rosado.

A organização do Leça neutralizou quase sempre a superioridade individual do Arouca durante 120 minutos, levando as decisões para a marca de penálti, onde a ineficácia de Tiago Araújo, João Basso, Tiago Esgaio e Bukia, intercalada com a frieza de David Calderón e Luís Neves, eternizaram uma tarde de ‘sonho’ para o ‘guardião’ brasileiro.

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