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Crónica: Vitória de Guimarães vence e agrava crise no Paços de Ferreira

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O Vitória de Guimarães venceu hoje no reduto do Paços de Ferreira, por 2-1, logrando a reviravolta no resultado na segunda parte, e agravou a crise de resultados dos locais, na 13.ª jornada da I Liga.

Crónica: Vitória de Guimarães vence e agrava crise no Paços de Ferreira

Denilson Júnior adiantou o Paços aos 34 minutos, mas o Vitória reagiu bem à desvantagem no segundo tempo, logrando mesmo virar o resultado a seu favor, com tentos de Estupiñan e Bruno Duarte, aos 70 e 90 minutos, respetivamente, num final de jogo que provocou reações negativas dos adeptos pacenses, que se despediram do técnico com lenços brancos.

Com este triunfo, o Vitória isolou-se no sétimo lugar, próximo da zona europeia, com 19 pontos, enquanto o Paços de Ferreira, sem ganhar para o campeonato desde o final de agosto (venceu em Portimão, por 1-0, na quarta jornada), caiu, por agora, para o 13.º lugar, com os mesmos 11 pontos.

Na antevisão ao jogo, Pepa, que ia reencontrar a equipa que ajudou a regressar às competições europeias, dava conta da importância de fazer “um jogo com consistência, capacidade e intensidade”, numa mensagem compreendida pelos seus jogadores, claramente mais dominadores a partir do apito inicial.

A inclusão de Tiago Silva no ‘onze’, uma das duas alterações promovidas pelo técnico (Borevkovic regressou ao eixo da defesa), acrescentava criatividade na construção e trocas de bola do Vitória, a primeira equipa a criar perigo, aos oito minutos, com Rafa Soares a rematar para boa intervenção de André Ferreira, após falha de Fernando Fonseca.

O Paços, que foi a jogo com Marco Baixinho, Luiz Carlos, Hélder Ferreira e Denilson Júnior na equipa inicial, começou algo nervoso, errando passes fáceis, mas libertou-se a partir dos 15 minutos, quando Denilson marcou de canto, num lance anulado por João Pinheiro, por mão de Maracás no lance, mantendo a decisão que o VAR contrariou após cinco minutos de tensão no estádio.

O lance perturbou o Vitória, face a um Paços mais confiante e consequente nas suas ações, conseguindo várias aproximações perigosas à baliza de Bruno Varela.

Era o melhor período do Paços no jogo e o momento seria coroado com o golo de Denilson, aos 34 minutos, num canto semelhante ao que não contou, contando desta feita com o desvio ao primeiro poste de Marco Baixinho para a emenda do avançado brasileiro.

Em desvantagem, o Vitória só conseguiu reagir nos descontos do primeiro tempo, por Borevkovic, de canto, melhorando após o intervalo a partir das entradas de Sacko e, especialmente, de Estupiñan.

O avançado colombiano acrescentou presença na área e mais dificuldades para a defesa pacense, incluindo o guarda-redes André Ferreira, obrigado a mostrar serviço a remates de Bruno Duarte e Rochinha, aos 50 e 64 minutos, respetivamente.

De permeio, Estupiñan quase empatou, de cabeça, anunciando o merecido tento do empate, anotado, pouco depois, aos 70 minutos, pelo colombiano, fundamental na reviravolta concretizada pelo Vitória em cima dos 90, por Bruno Duarte, a emendar o centro de Edwards da esquerda.

O remate (fácil) do brasileiro não deu possibilidades de defesa para André Ferreira, que teve valiosas intervenções no jogo, impedindo um resultado mais desnivelado.

Com mais e melhores soluções, Pepa ganhou a aposta no segundo tempo, empurrando um Paços que procurava resistir aos avanços do Vitória, e que só por uma vez neste período, num remate de Eustáquio, conseguiu incomodar Varela, para tristeza dos adeptos, que, no final pediram a saída de Jorge Simão.

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