loading

Nota: Caro visitante, o acesso à informação do nosso site é gratuita e de livre acesso. Tal só é possível exibindo anúncios a quem nos visita. Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios.

Covid-19

Iniesta diz que união foi a base da conquista do Mundial 2010 pela Espanha

Últimas Notícias

Notícias Mais vistas

Sondagem

É justa a medida do Governo em autorizar o regresso I Liga e impedir a II Liga?

Andrés Iniesta, o herói da final do Mundial da África do Sul que há uma década deu o título à Espanha, considera hoje que a união da ‘roja’ esteve na base da conquista “praticamente impossível”.
Iniesta diz que união foi a base da conquista do Mundial 2010 pela Espanha

Um golo solitário de Andrés Iniesta selou o triunfo inédito da Espanha no Mundial de futebol, na final com os Países Baixos, intercalado com dois títulos continentais, num palmarés que notabilizou a imponente ‘geração de ouro’ do país vizinho.

No Soccer City, em Joanesburgo, o então jogador do FC Barcelona tornou-se herói espanhol em 11 de julho de 2010, ao isolar-se graças à visão periférica de Cesc Fàbregas para bater o guarda-redes Maarten Stekelenburg a quatro minutos do fim do prolongamento da final.

“Foi um momento de loucura, de alegria, de êxtase brutal. Comecei a gritar, a fugir e, quando os meus colegas chegaram, a explosão de alegria naquele momento foi a loucura máxima. Acho que estávamos muito perto de tocar o céu”, disse Andrés Iniesta numa entrevista por vídeo à agência EFE.

Iniesta, de 36 anos, que desde 2018 representa os japoneses do Vissel Kobe após mais de 600 jogos pelo FC Barcelona, recorda a “intensidade com que o jogo foi vivido, as suas ocorrências, como terminou e, acima de tudo, a felicidade de alcançar algo que parecia inatingível”.

Numa seleção com avançados como David Villa e Fernando Torres, o golo decisivo acabou por sair dos pés de um médio, mas Iniesta não ficou surpreendido porque estava bem no jogo, sentindo-se com força e, ao adivinhar a jogada, adiantou-se no terreno.

“Quando a bola foi aliviada e vejo que o Cesc [Fábregas] a vai receber, sei mais ou menos onde está a baliza e posicionei-me. Esperei o passe e procurei rematar o mais forte e cruzado possível. Nem tudo saiu assim, mas foi o suficiente para fazer golo”, recorda Iniesta.

O médio considera que a união do grupo, como nunca vivenciou em nenhum outro balneário, foi fundamental para chegar ao título e guarda os momentos de “convivência magnífica” vividos em Potchefstroom, na África do Sul, como sendo o ponto alto a reter do Mundial.

Siga-nos no Facebook e no Twitter.

Relacionadas

Pode gostar de ler

Na Primeira Página