Carlos Carvalhal: «Uma análise a este jogo não é difícil: não jogámos nada»

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Declarações de Carlos Carvalhal após o jogo Sporting de Braga-Paços de Ferreira (1-1), da 31.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.
Carlos Carvalhal: «Uma análise a este jogo não é difícil: não jogámos nada»

"Uma análise a este jogo não é difícil: não jogámos nada, fundamentalmente na primeira parte.

Nesse período, devido ao que temos vindo a falar, de alguma fadiga de alguns jogadores nucleares na equipa, na semana passada retirei o Ricardo Horta e o Fransérgio para tentar que os jogadores despertem, hoje foi a vez do Galeno.

Houve uma mudança de sistema, porque temos que tentar outras soluções porque não estamos a fazer golos. Eu assumo a responsabilidade na primeira parte, o sistema não surtiu efeito, mas tenho que a repartir com os jogadores do Sporting de Braga, porque eles fizeram o seu próprio jogo e não da equipa, têm que fazer o jogo do treinador e foi isso que exigi aos jogadores para a segunda parte.

Melhorámos na segunda parte, circulámos mais a bola, ficámos mais confortáveis, mas faltou-nos, mais uma vez, criar mais oportunidades e sermos mais agressivos.

Temos que olhar para o futuro, temos uma competição importante para disputar, a final da Taça de Portugal, e mais jogos para fazer com equipas que ainda não têm o seu futuro definido e eu quero uma reação imediata da equipa porque temos que honrar o nome do Sporting de Braga. É a nossa obrigação, é a obrigação dos jogadores. Temos que mudar o rumo.

O único ponto positivo do jogo foi encerrar as contas do quarto lugar e garantir a presença na Liga Europa para a próxima época.

Como se motiva a equipa para os três últimos jogos? A maior motivação é representar o Sporting de Braga e honrar a sua camisola, é isso que eu exijo.

[A equipa está a pagar essa fatura desse período mais denso de jogos?] É natural, jogámos de três em três dias, jogámos no ‘vermelho' permanentemente, a equipa foi andando e nós deixamo-nos entusiasmar pela sequência de jogos que estávamos a fazer e a ganhar, mas quatro ou cinco jogadores foram sempre os mesmos e estão agora a pagar um pouco essa fatura. A nossa função é reanimar esses jogadores nucleares para acabarmos bem a época, mas é um problema que temos nas mãos".

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