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"O conceito de legalidade, consequentemente, varia consoante o lado da Segunda Circular”

No universo competitivo do futebol, onde o desejo pela vitória muitas vezes eclipsa outros princípios, Carlos Barbosa da Cruz, advogado e antigo dirigente do Sporting, emerge como uma voz singular, desafiando as convenções e destacando a importância dos valores na trajetória desportiva.

"O conceito de legalidade, consequentemente, varia consoante o lado da Segunda Circular”

Carlos Barbosa da Cruz, ex-dirigente leonino, trouxe recentemente uma perspetiva única sobre os valores que norteiam os destinos dos clubes, especialmente quando se trata da rivalidade entre Benfica e Sporting.

"Na minha perspetiva os valores diferem e os princípios também; ambos procuram mais glória, mas por caminhos distintos", começou por dizer o antigo dirigente leonino.

No seu artigo de opinião no 'Record', citado pelo jornal 'Bancada.pt' , Barbosa da Cruz destacou que, para ele, o significado de legalidade varia consoante o lado da "Segunda Circular", o que reflete a rivalidade histórica entre Sporting e Benfica.

Para o advogado, a procura pela glória desportiva não é apenas uma questão de resultados, mas sim um reflexo dos valores e princípios que cada clube abraça.

"Gosto mesmo que o Sporting ganhe, mas prefiro perder e ser fiel aos meus valores, do que ganhar a todo o custo"

A divergência entre Sporting e Benfica, de acordo com Barbosa da Cruz, vai além do relvado e estende-se às decisões estratégicas dos clubes.

O advogado cita o exemplo recente do Benfica em relação à centralização dos direitos televisivos, interpretando a ameaça de não seguir adiante se prejudicado como uma manifestação genuína da mentalidade do clube.

"Quando (...) declarou que o Benfica não cumpriria a centralização de direitos, se saísse prejudicado, não estava a proferir uma enormidade; estava, em meu entender, a ser genuíno e a deixar transparecer a mentalidade do que tudo lhe é devido", observou.

Contudo, as críticas de Barbosa da Cruz não se limitam ao Benfica. O advogado questiona ainda o destino de 1,4 milhões de euros do chamado "saco azul", referindo-se ao consulado de Luís Filipe Vieira como um período de "prevaricações" e acusações judiciais.

"O conceito de legalidade, consequentemente, varia consoante o lado da Segunda Circular"

"Esperar-se-ia da nova equipa um distanciamento, por um lado, e uma catarse, por outro. Nada disso aconteceu e continua por explicar o destino dos 1,4 milhões de euros do saco azul", rematou o advogado e conhecido adepto leonino.

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