Irão participará no Mundial2026, jogando nos EUA, mesmo em meio a tensões. Infantino garantiu a presença iraniana, enfrentando adversidades políticas derivadas do conflito com os EUA.
As jogadoras foram recebidas com uma cerimónia em Teerão, depois de várias atletas terem inicialmente solicitado permanecer na Austrália após a Taça da Ásia.
O organismo máximo do futebol mundial quer manter o programa do Mundial2026 inalterado, após a Federação Iraniana ter admitido transferir os seus jogos para o México.
A Federação Iraniana de Futebol está em negociações para realizar os seus jogos do Mundial 2026 no México, devido à falta de apoio dos EUA na emissão de vistos e logística necessária.
As atletas, que tinham aceite vistos humanitários na Austrália, decidiram juntar-se ao resto da equipa na sua viagem de regresso ao Irão, segundo o ministro Tony Burke.
A seleção iraniana reagiu às declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a sua presença no Mundial2026, afirmando que a sua exclusão é impossível.
Em resposta aos ataques que mataram o 'ayatollah' Ali Khamenei, o ministro dos Desportos declarou que "definitivamente, não há a possibilidade de participar".
O Governo australiano revelou que uma das sete jogadoras da seleção do Irão que receberam asilo humanitário contactou a embaixada do seu país, levando à realocação das outras.
O presidente da FIFA revelou ter recebido garantias diretas do líder norte-americano sobre a participação da seleção iraniana no torneio, apesar do conflito entre os dois países.
O presidente norte-americano apelou à Austrália para conceder asilo às futebolistas, alertando que o seu regresso ao Irão seria um "terrível erro humanitário".
Graham Arnold, selecionador do Iraque, apela à FIFA para adiar a eliminatória decisiva para o Mundial2026 devido aos transtornos causados pelo conflito.
As leis de imigração dos EUA, sob a presidência de Trump, dificultam a presença de adeptos do Irão e Haiti no Mundial de 2026, apesar das suas seleções estarem qualificadas para o torneio.