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Francisco Agatão: «Este regulamento não é digno de crédito»

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Declarações de Francisco Agatão, treinador do Praiense, no final do jogo Praiense–Casa Pia (2-1), da segunda mão da meia-final do Campeonato de Portugal em futebol.
Francisco Agatão: «Este regulamento não é digno de crédito»

“Tristeza por não termos conseguido o nosso grande objetivo, pelo qual lutámos desmesuradamente e em representação, não só de um emblema, mas de um povo. E naturalmente extremamente orgulhoso por todo o percurso que foi feito, sem dúvida nenhuma.

Só podia passar um, o Casa Pia acabou por ser mais feliz, mas nós fizemos tudo para merecer esse desiderato. Marcámos um golo que infelizmente para nós não foi válido, falhámos um penálti e, quando assim acontece, naturalmente as coisas ficam um pouco mais difíceis, mas não posso acusar os jogadores do que quer que seja. Eles foram extremamente solidários, foram de uma entrega total.

Fizemos um jogo nestas condições com uma alma e um sentimento muito fortes, aliás, aconteceu assim durante toda a época, mas infelizmente ficámos mais uma vez a um golo daquilo que era o grande objetivo. O futebol é feito destas coisas, é feito de alegrias e de tristezas. Hoje, não deu para nós, mas pode ser que no futuro a coisa aconteça.

No primeiro minuto igualámos a eliminatória, no último minuto do tempo regulamentar da primeira parte, fizemos o 2-0. As imagens televisivas acho que são esclarecedoras de que não existe qualquer tipo de falta.

Naturalmente, que as condições climatéricas impossibilitaram um futebol muito mais alegre e muito mais vistoso, mas veio ao de cima aquilo que é a alma e a qualidade da equipa, em termos de sentimento e de vontade de querer dar ao povo açoriano e ao Sport Club Praiense um grande feito.

Acho que fizemos um percurso imaculado. Eu continuo a considerar que este regulamento não é digno de crédito e não dá mérito a quem faz um percurso como nós fizemos e como outras equipas fizeram. Não estou a tirar mérito a ninguém, quero dar os parabéns ao Casa Pia pelo seu feito, mas a grande verdade é que não há mérito nesta situação. Basta ver-se que o segundo classificado, que foi o Casa Pia, na nossa série, ficou a sete pontos de nós, foi apurado inclusive em cima da linha de meta, por uma decisão federativa, e acaba por subir de divisão, e uma equipa que foi durante grande parte da época, senão mesmo a totalidade da época, líder do seu campeonato acaba por ficar pelo caminho.

Há dois anos, obrigaram-nos a disputar um 'play-off' com duas equipas da II Liga. O Praiense anda sempre a ser – infelizmente para nós – joguete das experiências das pessoas que se sentam nos gabinetes e que decidem e que, de facto, não conseguem perceber que isto não é o melhor regulamento para uma prova de 72 equipas, em que definitivamente se tem de dar mérito a quem é mais regular, a quem é mais consistente e a quem é melhor durante toda a época.

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