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Crónica: Dérbi madeirense, sem público, não passa do nulo

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O dérbi madeirense entre Marítimo e Nacional, a contar para a sexta jornada da I Liga portuguesa de futebol, terminou hoje com um nulo no marcador, num palco ainda sem adeptos nas bancadas.
Crónica: Dérbi madeirense, sem público, não passa do nulo

Foi num ambiente atípico, sem a presença de público nas bancadas, medida de combate à propagação do novo coronavírus, que o Estádio do Marítimo recebeu as duas equipas madeirenses, num encontro ‘morno’ e sem golos a apontar.

Foram seis as alterações realizadas nos eternos rivais madeirenses, que chegaram ao derradeiro embate funchalense com seis pontos na classificação e com expulsões a apontar na última ronda.

O Marítimo, sem Jean Irmer, admoestado com o segundo cartão amarelo ainda na primeira parte do encontro em que saiu derrotado em Moreira de Cónegos (2-1) e o Nacional com Witi de fora, expulso após o apito final na receção ao Paços de Ferreira (1-1).

Os 'verde rubros' desenharam ao minuto 18 o primeiro lance de perigo do encontro. Pedro Pelágio, num lançamento longo, encontrou Joel bem posicionado, mas o avançado camaronês colocou o esférico ligeiramente ao lado da baliza defendida por Daniel Guimarães.

A equipa maritimista mostrava sinais de querer segurar os três pontos em casa. Aos 33, Pelágio tentou o remate de fora de área, para uma defesa num primeiro momento de Daniel Guimarães, que deixou a bola à mercê de Joel, que acertou na malha lateral.

A reação dos ‘alvinegros’ foi quase imediata, tendo Brayan Riascos servido Azouni na direita, mas o remate do médio franco-tunisino foi travado com alguma facilidade por Amir.

Em cima do intervalo, e com o Nacional a ganhar algum terreno, João Camacho, num remate de meia distância, tentou surpreender Amir, obrigando o guardião internacional pelo Irão a desviar o esférico para canto.

Rodrigo Pinho ameaçou mexer no marcador logo no início da etapa complementar. O avançado brasileiro testou a atenção de Daniel Guimarães num remate cruzado, desviado no limite pelo último homem do Nacional.

O Marítimo ganhou outra vitalidade com a entrada do extremo Fumu Tamuzo, que entrou para render o argentino Jorge Correa. O extremo franco-congolês teve nos pés a oportunidade de lançar os ‘verde rubros’ na frente, à passagem do minuto 84, não fosse a estirada de Daniel Guimarães a segurar o resultado.

Lito Vidigal continuou a refrescar o setor ofensivo, com a entrada de Alipour, mas as duas formações não conseguiram desatar o nó do equilíbrio, seguindo com os mesmo pontos (sete) na competição.

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