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Crónica: Marítimo arrefece primeiro dia da segunda vida de Petit no Boavista

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O Boavista quase interrompeu hoje uma sequência de nove jogos consecutivos sem vencer na I Liga de futebol, mas consentiu um empate 1-1 nos descontos frente ao Marítimo, na 13.ª jornada, frustrando o regresso do treinador Petit.

Crónica: Marítimo arrefece primeiro dia da segunda vida de Petit no Boavista

No Estádio do Bessa, no Porto, um cabeceamento do brasileiro Henrique, aos 90+5 minutos, impediu os ‘axadrezados’, que se tinham adiantado por intermédio do croata Petar Musa, aos cinco, de voltarem a vencer pela primeira vez desde 23 de agosto.

As duas equipas acabaram reduzidas a 10 jogadores, devido às expulsões do insular Zainadine Júnior, aos 69 minutos, e do portuense Gaius Makouta, aos 76, refletindo os contornos de uma partida quezilenta e com desfecho mais saboroso para os visitantes.

O Boavista é 11.º colocado, com 12 pontos, volvida uma semana em que consumou o regresso do ex-jogador e atual técnico Petit seis anos depois, enquanto o Marítimo surge na 12.ª posição, com 11, permanecendo invicto sob alçada do também recém-chegado Vasco Seabra, que teve o novo líder da SAD João Luís Martins na tribuna presidencial.

Com apenas quatro dias de treinos, Petit apresentou uma linha de continuidade tática em relação ao antecessor João Pedro Sousa, ao preservar um esquema com três defesas centrais, incluindo Javi García e Rodrigo Abascal, ausentes da derrota em Arouca (2-1).

O ex-médio campeão nacional em 2000/01 pelos ‘axadrezados’ não poderia ter desejado melhor começo, pois logo aos cinco minutos Petar Musa bateu Paulo Victor de ângulo apertado, na recarga a um remate ao poste, mostrando-se lesto a reagir a uma receção imperfeita com o peito de Yusupha ao passe longo de Yanis Hamache pela esquerda.

O prematuro golo incitou o Boavista a conceder a iniciativa ao Marítimo, à espreita de um erro para transitar em contra-ataque, tendo apenas Stefano Beltrame, a única troca feita por Vasco Seabra no ‘onze’ do triunfo caseiro frente ao Paços de Ferreira (2-0), testado a segurança de Alireza Beiravand com um remate de longe de primeira, aos 26 minutos.

Os madeirenses estavam confortáveis com bola e procuraram desequilíbrios ofensivos a caminho do intervalo, mas esbarraram invariavelmente na organização portuense, numa primeira parte com infindáveis duelos e interrupções e perigo diminuto junto às balizas.

O reatamento nada mudou no cariz do encontro e Alireza Beiravand impediu a igualdade aos 56 minutos, ao suster por instinto um cabeceamento de Joel Tagueu na pequena área, após canto de Edgar Costa, a contrastar com a letargia atacante dos anfitriões.

Os pupilos de Petit ainda vislumbraram alguma serenidade para segurar a bola graças a expulsão por acumulação de cartões amarelos de Zainadine, aos 69, mas perderam essa supremacia numérica sete minutos depois, devido a idêntica punição de Gaius Makouta.

Com mais espaço para jogar, Petar Musa, a passe de Yanis Hamache, desperdiçou o segundo tento aos pés de Paulo Victor, aos 79 minutos, enquanto o recém-entrado Ali Alipour chegou atrasado na emenda à investida de Cláudio Winck na direita, aos 81.

A exibição pressionante, matreira e raçuda do Boavista, bem à imagem dos pergaminhos do novo técnico, acabaria fustigada pelo Marítimo aos 90+5 minutos, quando Henrique cabeceou à vontade na área, correspondendo com eficácia ao cruzamento na esquerda de Clésio, para deixar Vasco Seabra mais sorridente em tarde de regresso ao Bessa.

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