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Comentário: Barcelona confirma favoritismo e chega ao penta na Champions

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O FC Barcelona confirmou plenamente o favoritismo na final da Liga dos Campeões, hoje em Berlim, em que bateu a Juventus por 3-1, assegurando assim a sua quinta taça de campeão europeu.

No Olímpico de Berlim, Lionel Messi ficou desta vez 'em branco', mas voltou a ser decisivo para o 'triplete' do clube catalão, depois da vitória na Liga espanhola e também na Taça do Rei.

O croata Rakitic (04 minutos), o uruguaio Suárez (68) e o brasileiro Neymar (90+7) apontaram os golos do 'Barça', enquanto o espanhol Álvaro Morata (55) apontou o golo do tricampeão italiano.

O momento chave do golo foi o minuto 68 e passou por Messi, que rematou forte e com intenção de golo. Gianluca Buffon conseguiu rechaçar, mas foi impotente para a recarga de Luis Suárez.

O outro elemento do 'tridente' ofensivo do FC Barcelona, Neymar, também fez o gosto ao pé, já no final dos descontos, quando a Juventus estava totalmente descompensada e a tentar desesperadamente o empate.

O primeiro golo dos catalães ocorrera logo no minuto quatro, com o croata Rakitic a concluir, a passe de Iniesta, um dos símbolos do clube. O médio, no fim votado como o 'homem do jogo', assiste para golo em três finais da 'Champions', um recorde.

Em dia de recordes, destaque também para outro 'blaugrana', Xavi, suplente utilizado para fazer o 151.º na Liga dos Campeões, ele que termina em glória a carreira, com 35 anos.

Com Messi em branco, o 'duelo' entre o argentino e Cristiano Ronaldo pelo estatuto de melhor marcador ficou empatado, com dez golos cada um, ao mesmo tempo que Neymar se intrometeu no 'trono', chegando também ao décimo golo na prova, esta época.

E até poderia ter sido o 'rei' sozinho, se o árbitro de baliza não lhe assinalasse uma irregularidade (toque com a mão) no golo anulado aos 71 minutos.

Em dia de máximos individuais, refira-se ainda que Evra é o segundo jogador a jogar a final por três clubes diferentes e que Morata, ex-Real Madrid, se torna o quarto a jogar finais consecutivas também em representação de emblemas distintos.

Alvaro Morata teve, de resto, o condão de relançar um jogo que pendia claramente para o FC Barcelona - intenso domínio a meio-campo, com 59/41 por cento de posse de bola no final, mas mais de 65 por cento enquanto os catalães não começaram a defender o resultado.

Na baliza, o veterano Buffon foi um 'gigante', mais uma vez, com uma mão cheia de grandes defesas a manter a esperança italiana. Brilhou, nomeadamente, perante Suárez, aos 14 e 49 minutos, e frente a Neymar, aos 40.

Momento marcante na noite, do lado da Juventus, foram as lágrimas de Pirlo, ele que já conquistou o troféu por duas vezes. Aos 36 anos, é quase certo que foi a sua última ocasião para o 'tri'.

Para o FC Barcelona conseguir mesmo o pleno absoluto, só falta agora a conquista da Supertaça europeia, no que será um novo encontro com um 'velho conhecido' - o campeão da Liga Europa é o Sevilha.

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