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Crónica: O problema do Sporting esteve nas alas, mas a solução também

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O Sporting venceu hoje o Marítimo por 1-0, na 18ª jornada da I Liga de futebol, num jogo em que o problema esteve sempre nas alas e a solução também acabou por surgir pelas alas.
Crónica: O problema do Sporting esteve nas alas, mas a solução também

Parece contraditório, mas não é, uma vez que o Sporting revelou hoje um défice qualitativo evidente do seu jogo pelas alas, a que não são alheias as ausências de Luciano Vietto, Acuña e Bolasie, tendo em conta que os seus substitutos, Raphael Camacho e Jesé Rodriguez - em particular este último - não estiveram à altura e não deram sequência à dinâmica ofensiva da equipa.

O triunfo chegou a cerca de um quarto de hora do fim (76 minutos), por quem menos se esperava, o lateral esquerdo Cristián Borja, a finalizar no flanco oposto um cruzamento da direita de Jovane Cabral, que não jogava na equipa principal desde setembro de 2019 e que tinha sido lançado por Jorge Silas cinco minutos antes.

Até ao golo de Borja, o Sporting teve a iniciativa e o domínio do jogo, perante um Marítimo incapaz de sair a jogar e estender o jogo até à área ‘leonina', mas raramente conseguiu desequilibrar a defesa insular e criar lances de golo, só mesmo quando Bruno Fernandes tirava ‘um coelho da cartola'.

Na primeira parte, o Sporting teve três situações que podiam ter redundado em golo, aos 12, 18 e 19 minutos, todas elas congeminadas por Bruno Fernandes: a primeira a ‘descobrir' Ristovski na área, mas o remate deste saiu muito alto, a segunda a oferecer o golo ao reforço de inverno, Andraz Sporar, mas o remate deste foi embater no corpo do guarda-redes iraniano Amir, e a terceira a cruzar da direita para Sebastián Coates na área introduzir a bola na baliza do Marítimo, lance anulado pelo videoárbitro (VAR) por posição de fora de jogo.

A dependência deste Sporting do seu capitão é gritante e a verdade é que a equipa sentiu sempre grandes dificuldades no último terço do campo, sobretudo porque o Marítimo fechou o corredor central, procurando bloquear os dois criadores de jogo dos ‘leões', Wendel e Bruno Fernandes, e Jesé e Raphael Camacho não deram fluidez pela alas e, quando ‘caíam para dentro', os laterais Ristovski e Borja também não estiveram à altura para dar amplitude ao jogo da equipa e criar lances na área suscetíveis de golo.

O Marítimo só deu um ar da graça perto do intervalo, com dois lances perigosos, aos 38 e 42 minutos, por Rodrigo Pinho e Nanu, com Luís Maximiano, no primeiro, a evitar o pior para os ‘leões' com uma excelente defesa.

Na segunda parte, o cariz do jogo não se alterou, tornando-se evidente a necessidade de mexer nas alas, o que Silas acabou por fazer com as entradas de Gonzalo Plata e de Jovane Cabral, aos 62 e 71 minutos, respetivamente.

Se o equatoriano entrou mal no jogo, já o cabo-verdiano teve ação crucial na jogada que deu os três pontos ao Sporting, ao efetuar o cruzamento da ala direita, do qual nasceu o único golo da partida.

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