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EUA/Floyd: PSV e Chelsea também se ajoelham no combate ao racismo

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Os futebolistas dos holandeses do PSV Eindhoven, do internacional português Bruma, e dos ingleses do Chelsea seguiram hoje o exemplo do campeão europeu Liverpool, e ajoelharam-se nos centros de treino.
EUA/Floyd: PSV e Chelsea também se ajoelham no combate ao racismo

Os gestos foram fotografados e partilhados nas redes sociais, com a indicação ‘Black Lives Mater’ (As vidas negras importam), em alusão à morte do afro-americano George Floyd, após um polícia lhe pressionar o pescoço, e ao combate ao racismo.

Na rede social Twitter, o PSV substituiu o seu símbolo por uma imagem de cor preta e publicou a fotografia do plantel de futebol com um joelho pousado na relva, no círculo central.

O gesto tornou-se popular quando, em 2016, o futebolista da NFL (futebol americano) Colin Kaepernick decidiu ajoelhar-se antes de cada jogo, em protesto contra a desigualdade e brutalidade racial existente.

Também no Twitter, os futebolistas, António Rudiger, Kepa Arrizabalaga e César Azpilicueta publicaram uma fotografia do treino do Chelsea, com todos os jogadores ajoelhados em duas filas, intervaladas por mais jogadores.

“Basta é basta. Somos todos humanos. Juntos somos mais fortes”, escreveu Azpilicueta, um dia depois de o Chelsea ter declarado o seu repúdio à morte de George Floyd e o apoio às vítimas da “discriminação, brutalidade e injustiça”.

Na rede social Twitter apareceram mensagens acompanhadas de uma imagem em negro, quase sempre com a hashtag #BlackLivesMatter.

Entre estas contam-se as do treinador do Everton, Carlo Ancelotti, que publicou um vídeo completamente em negro, salientando que não há lugar ao racismo, no futebol ou no mundo, bem como do futebolista Andrés Iniesta, igualmente com uma imagem em preto, ou de Vinicius Jr., do Real Madrid, com uma fotografia sua e a frase: “não vamos parar”.

George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu em 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.

Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de atos de pilhagem.

Pelo menos quatro mil pessoas foram detidas e o recolher obrigatório foi imposto em várias cidades, incluindo Washington e Nova Iorque, mas diversos comentários do Presidente norte-americano, Donald Trump, contra os manifestantes têm intensificado os protestos.

Os quatro polícias envolvidos no incidente foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi detido, acusado de assassínio em terceiro grau e de homicídio involuntário.

A morte de Floyd ocorreu durante a sua detenção por suspeita de ter usado uma nota falsa de 20 dólares (18 euros) numa loja.

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